Gostei dessa versão Navi. Podia ser o novo look da Lady GaGa…
Tem mais…
Já viram a cantora na época da faculdade também?
E a Lei de GaGa? Já aprenderam?
E essa foto dela com o “Eric” no clipe de “Paparazzi”? Já tinham visto?
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Um comunicado oficial da Igreja Católica do México atacou a aprovação do casamento e adoção por homossexuais, realizada no dia 21 de dezembro na Cidade do México.
Igreja da Alemanha compara anoréxicos com homossexuais
Com o título “Sobre a Fé”, o comunicado não poupou ataques e afirmou que os homossexuais só adotam crianças com o objetivo de usá-las em material de conteúdo pornografico, na prostituição e para abusá-las sexualmente.
Falar que homossexuais são pedófilos já é algo comum entre os religiosos que preferem apontar o dedo ao invés de olharem para os membros de seu clero.
Entretanto, a Igreja Católica da Alemanha conseguiu provar que criatividade não falta para atacar os homossexuais.
A novidade da vez fica por conta da declaração inusitada do chefe da Igreja no país, que decidiu comparar os homossexuais com anoréxicos.
De acordo com a declaração, a anorexia é um estilo de vida tão nocivo quanto à homossexualidade, já que a pessoa “se torna um doente autodestrutivo e sem volta“.
Se ele tem mais trejeitos do que deveria ter, é problema dele e avaliação de cada um.
Mas todos sabem: quem inventou essa coisa de bambi para a torcida do São Paulo foi o ex-jogador Vampeta, do rival Corinthians.
Vampeta jamais foi ameaçado pelos são-paulinos.
Em junho de 2007, um diretor do Palmeiras, José Cyrillo Jr., citou o nome de Richarlyson em um programa de tevê quando perguntado sobre “um jogador homossexual” que quase teria ido para o Verdão.
Cyrillo Jr. jamais foi ameaçado pelos são-paulinos.
O jogador apresentou queixa-crime contra o dirigente, mas ela foi rejeitada pelo juiz Manoel Maximiniano Junqueira Filho.
Na sentença, Junqueira Filho afirmou que o futebol “é jogo viril, varonil, não homossexual”.
E sugeriu que, se não fosse homossexual, o melhor para Richarlyson seria ir ao mesmo programa e declarar isso.
“Se fosse, poderia admiti-lo, ou até omiti-lo, ou silenciar a respeito. Nesta hipótese, porém, melhor seria que abandonasse os gramados”, completou o juiz.
Junqueira Filho jamais foi ameaçado pela torcida são-paulina.
Recentemente, o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzo, gritou várias vezes numa festa: “Vamos matar os bambis!”.
Belluzo jamais foi ameaçado pela torcida são-paulina.
Mas, desde sempre, a torcida pega no pé de Richarlyson.
Um jogador talentoso e dedicado que ganhou, com São Paulo, três títulos brasileiros e um Mundial Interclubes.
É o único do grupo que não tem o nome gritado pela torcida.
Mesmo quando faz jornadas convincentes e decisivas como a da quarta-feira (20), quando impediu a derrota tricolor para o modesto Mirassol com um golaço aos 45 minutos do segundo tempo.
Jogar no ombro deste rapaz toda a responsabilidade pela construção desta “carga bambi” é covardia.
Ele não é o responsável pela construção dessa imagem.
A torcida Independente e os são-paulinos sabem disso.
Uma conversa envolvendo Dourado, Dicesar, Sérgio, Eliane e Cláudia deixou o tempo quente na casa do “Big Brother Brasil 10? na tarde deste sábado (23).
O papo era sobre a postura de Dourado no jogo. Todos os participantes deram opiniões negativas em relação ao brohter: “Tudo que é dito aqui é feito para provocar“, dispara Dourado.
Ele falou da sua personalidade: “Se pedir pra eu fazer uma coisa com respeito, eu faço“. Cláudia rebateu: “Você é do contra“. A conversa mudou o rumo quando Sérgio lembrou uma brincadeira de Dourado quando ele disse que tinha nojo de um batom da Eliane. O lutador tentou justificar dizendo que foi apenas uma brincadeira.
Dicesar tomou as dores de Eliane e tentou finalizar a conversa: “A gente está aqui e tem que conviver. Independente de você ser macho, a minha educação depende da sua. Se o barco afunda, a gente afunda junto“, diz.
Dourado novamente tentou se defender: “Como estou no jogo, tudo é motivo para me rejeitar“. Eliane entrou no papo e afirmou que Dourado não gosta de gays.
O brother voltou a se defender: “Não é que eu não goste de gays. Cada um no seu lugar!“, disse. Eliane, que ficou chateada com a brincadeira de Dourado com o seu batom, disparou: “Você perde a oportunidade de ficar calado. Se você não gosta de pessoas diferentes de você, e não é só gay que eu tou falando não, você tem que se esforçar“. A sister começou a chorar ao afirmar que as brincadeiras de Dourado são maldosas.
O número de mortos no terremoto que devastou o Haiti no último dia 12 chegou a 111.499. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (22) pelo Ministério do Interior haitiano.
Até agora, o balanço de mortos oficial, mantido pelas autoridades haitianas, estava em 75 mil pessoas, mas o Governo acabou anunciando novas estatísticas que ficam na casa dos 100 mil com expectativas de que tenham atingindo a casa das 200 mil vítimas.Organizações internacionais começaram a identificar o surgimento de doenças em Porto Príncipe, onde os trabalhos humanitários continuam e os comerciantes do centro da cidade tentam desesperadamente salvar suas mercadorias dos saqueadores.
Infecções respiratórias, diarreias, problemas dermatológicos e casos de tétano e meningite já foram detectados, segundo o representante de Saúde da Cruz Vermelha no Haiti, Beatriz Karottki.
Passados dez dias desde o terremoto, diminuiu um pouco o número de feridos com traumatismos e órgãos a serem amputados. Por outro lado, começaram a surgir problemas de saúde relacionados a desidratação e infecções, comuns após grandes catástrofes.
Para doações,
Por telefone: 0017733600205 (custo de ligação internacional) ou pelo site http://vamoshaiti.org
Depois de conferir a exibição para a imprensa em São Paulo, decidi assistir “Do Começo Ao Fim” novamente para ouvir a opinião do público e também apoiar a bilheteria do filme corajosamente dirigido por Aluizio Abranches.
Essa foi a única vez que fui ao cinema e vi não apenas 1 ou 2 pessoas irem embora durante a sessão. Mas cerca de 20 pessoas não agüentaram assistir o filme do começo ao fim.
Casais heterossexuais de diversas idades e grupos apenas de mulheres pareciam pudicos demais ao presenciar cenas íntimas de dois homens. A cada vez que os atores apareciam nus ou trocavam caricias, alguém levantava e ia embora da sala.
A reação era tão patética que os que ficavam na sala riam da situação, ao ver mais pessoas deixando a sessão. Alguns diziam “que absurdo”, “hipócritas”.
E vendo tudo aquilo, eu fiquei indignado como o público brasileiro, de uma classe nobre, na maior cidade do país, pode ser tão preconceituoso.
Talvez para as mulheres que abandonaram a sessão pouco mais de 40 minutos apos o início do filme, deve ser inaceitável ver dois homens bonitos e másculos se beijando. É mais confortável manter os gays como seus “amigos cabeleireiros”, inofensivos e dentro dos estereótipos que não atraiam (ou frustrem) seus desejos.
Para os casais heterossexuais, se foi o namorado/marido que pediu pra sair, talvez ele tenha ficado com medo de ver que qualquer homem pode ser homossexual, inclusive o médico que ele tanto confia e que está acima de qualquer suspeita. De repente, a ausência do “viadinho” o assustou e pela primeira vez se sentiu frágil diante da forte imagem de um homossexual igualzinho aquele melhor amigo que sempre o acompanha nos jogos de futebol e ele jamais diria que é gay.
É patético.
Tirar o homossexual dos programas humorísticos ou das novelas e retratá-lo no dia-a-dia, longe dos personagens caricatos e como qualquer outra pessoa, choca o público. Parece confortável deixar os gays no papel de coadjuvante, com características facilmente reconhecíveis e inofensivos. É simples para o público imaginar que os homossexuais estão escondidos ou não tem a menor chance de fazer parte do dia-a-dia, pois eles acreditam que são exatamente como as lendas e como os personagens de novelas: drogados, só pensam em sexo, fashion, fúteis e na primeira oportunidade se transformam em heterossexuais e casam com uma gostosona.
Difícil é encarar uma realidade que durante tantos anos fizeram questão de ignorar. Difícil imaginar que o irmão, o filho, o primo, o melhor amigo e dezenas de pessoas que fazem parte do dia-a-dia, possam ser homossexuais. E o mais difícil é perceber que todo o preconceito é contra alguém igualzinho a eles.
Os reais motivos que levaram as pessoas a deixarem a sessão e não esperar o fim, não dá pra saber mas dá pra imaginar. “Do Começo Ao Fim”, para essas pessoas, pode ser o pior filme do mundo, mas por alguns minutos ofereceu a chance de cada um deles refletir sobre um sentimento de homofobia que talvez eles nunca imaginaram ter, por nunca terem conhecido um homossexual de verdade.
Fonte: http://www.dolado.com.br/especiais/a-rejeicao-que-nao-chega-ao-fim.html
Apesar de estarmos engatinhando no que diz respeito à aceitação da orientação sexual dos brasileiros, fuçando a literatura televisiva nacional, descobri verdadeiras pérolas, que mostram que a abordagem do assunto começou desde cedo, na década de sessenta, no teleteatro “Calúnia”, da TV Tupi. Na peça, escrita por Lilian Helmann, as atrizes Vida Alves e Geórgia Gomide viveram as professoras Karin e Martha. Depois de serem acusadas de lésbicas pelas alunas, revelaram-se apaixonadas com um beijo homossexual.
Um estudo bastante aprofundado foi realizado por Leandro Calling, em 2007, intitulado “Homoerotismo nas telenovelas da Globo e a cultura”. O texto analisa como as telenovelas da Rede Globo representaram os homossexuais no período de 1974 ao início de 2007. Leitura recomendada para quem quiser se aprofundar mais sobre o tema.
A primeira aparição de um personagem homossexual nas novelas da Globo aconteceu em “Rebu”, de 1974. Na trama, Conrad Mahler mantinha uma relação com o garoto de programa Cauê, assassinado no final do folhetim por se envolver com a esposa do companheiro. Em “O Astro”, ainda na década de 70, a homossexualidade foi novamente relacionada à violência. O cabeleireiro gay Henri torna-se álibi do assassinato de Salomão Hayalla. Estes tipos de associação, obviamente, em nada contribuíram para uma discussão saudável. Pelo contrário, alimentaram a repulsa de uma sociedade amordaçada por uma ditadura militar opressora e violenta.
Ainda nos anos 70, outros personagens gays ganharam destaque nos folhetins globais, desta vez com um estereótipo afeminado: o garçom Waldomiro e o chefe de cozinha Pierre Lafond de “Marron-glacé” e o mordomo Everaldo de “Dancing Days”. Esta abordagem, satírica e rasa, emprestou aos papéis um tom jocoso, colaborando ainda mais para discriminação dos homossexuais.
No decênio seguinte foram nove aparições de gays na dramaturgia global, de 1980 a 1989. A primeira apresentação de uma personagem lésbica aconteceu em “Ciranda de Pedra”: Letícia, uma feminista com trejeitos masculinos. Já o primeiro casal de namorados foi apresentado na trama “Brilhante”. A década de 90 também contabilizou nove papéis homossexuais, incluindo a primeira veiculação de um gay não-afeminado.
Durante algum tempo, muitos atores e atrizes tiveram receio de papeis homossexuais, temendo o estereótipo nas suas carreiras de ídolos. Hoje, a realidade é outra. Personagens deste gênero podem, inclusive, impulsionar a imagem do artista. Um bom exemplo foi a participação de Rodrigo Santoro no filme “Carandiru”. O astro ganhou status por renunciar a sua estampa de galã e assumir um personagem afeminado, interpretado de forma realista e nada chistosa.
Essa postura aparentemente liberal do telespectador brasileiro, no entanto, é frágil. “Já tive de morrer na TV por fazer uma personagem homossexual. Nos anos 90, eu fiz um casal com Silvia Pfeifer, em Torre de Babel. Era o casal mais tranquilo da novela. O mais bem sucedido. Mesmo assim, elas tiveram de morrer daquela forma horrorosa, em uma explosão dentro de um shopping, por conta do preconceito” – afirmou Christiane Torloni em recente entrevista. O conturbado desaparecimento gerou uma grande discussão. Movimentos gays protestaram contra a Igreja Católica e a acusaram de ter pressionado para que houvesse a morte das personagens.
Se a audiência interferiu para censurar, também contribuiu para moralizar. Hoje, diversas associações e ONGs que apoiam a diversidade sexual e comportamental mobilizam-se contra o conteúdo homofóbico, retirando-os do ar em alguns casos, como aconteceu com João Kleber e suas “pegadinhas”, que submeteram os gays a uma posição surreal e de inferioridade.
Nos últimos anos, contudo, a discussão saiu da ficção e chegou à realidade. No palco, ao vivo, os oficiais militares Fernando Alcântara de Figueiredo e Laci Marinho de Araújo expressaram publicamente sua homossexualidade durante o programa Superpop, na RedeTV!. Logo após a entrevista Araújo foi preso.
O espaço à discussão da diversidade aumentou e, com ele, as mensagens de apoio ou repudio. Glória Reis escreveu em 2008, em seu blog, um texto sobre o “marketing da opção sexual”. Totalmente alienada ao histórico da aparição dos gays na TV brasileira, a autora critica a TV Globo e as suas telenovelas por “abarcar mais gente para a prática homossexual, propagando uma realidade totalmente falsa de um mundo maravilhoso, colorido, de gente feliz, sem conflitos, sem perigos, sem necessidade de cuidados e prevenção necessárias em qualquer vivência da sexualidade.”
Gloria Reis, em seu texto, enaltece, como cidadã e educadora, a sua preocupação com o crescente número de crianças e adolescentes influenciados pela propaganda da “maravilha de ser homo” (SIC). Para ela, esta “ideologia” é um desrespeito e atentado à liberdade humana. E vai além: “Pobre país cuja maior rede de TV tem como estrela um Aguinaldo Silva, cujo maior sonho é ‘fazer’ um beijo gay na novela, com medo de que um heterossexual passe à sua frente”. Pára tudo! Que isso, dona Glória? Se a senhora está vendo muito gay na rua não é culpa da Globo, mas da sensação de autonomia que as pessoas estão tendo. Como é que a senhora ousa a falar de liberdade humana escrevendo tudo isso? Isso é opressão. E o pior, uma opressão letrada, de uma formadora de opinião.
Assim como o Blog da Glória que, com todo o direito, expressa a sua opinião, muitos outros canais de comunicação pipocam por aí, com as mais diferentes frentes e ideologias. E agora, seguindo as tendências das novas mídias, a TV resolveu retratar o assunto mais abertamente. E coube ao Boninho jogar tudo no ventilador. Ao seu estilo, naturalmente.
Desde a sua estreia, o Big Brother trouxe algum participante gay. Contudo, na maioria das vezes, esse representante era uma minoria oprimida. Geralmente era só um, para ser “estéril” e não causar comoção. Assim, a diversidade estaria “preservada”. A surpresa, contudo, veio no BBB 5, quando o professor homossexual assumido Jean Willis venceu a disputa e faturou o prêmio máximo do programa.
Diferentemente da quinta edição do reality, que abordou o tema de forma adequada, a presente temporada apostou na polêmica para atrair a atenção. E foi ousada. Colocou, de uma só vez, três representantes gays assumidos: Dicesar, Sérgio e Angélica. O problema, desta vez, é a forma grosseira com que o assunto está sendo explorado. A orientação sexual dos participantes, nestas primeiras semanas, está sendo discutida à exaustão, como se eles não tivessem outra coisa a oferecer. Com o tempo, entretanto, a polêmica se esgota e os verdadeiros valores dos brothers passam a ganhar atenção.
Para atingir uma discussão madura sobre a diversidade sexual é preciso combater o preconceito e o estereótipo promíscuo ou caricato. Na TV aberta são ainda são poucas as produções em que o homossexual é humanizado e não julgado pela sua posição sexual. No Brasil, a televisão ainda é o veículo de informação mais difundido e, para alguns, a única fonte de informação. O que aumenta a responsabilidade com a ética. Para informar, estimular e construir valores sólidos, em vez de criar arquétipos e disseminar preconceitos.
Por: João Claudio Lins
Fonte: http://tvfoco.com.br/?p=29777
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