domingo, 31 de janeiro de 2010

Viram a Lady GaGa em “Avatar”?

Gostei dessa versão Navi. Podia ser o novo look da Lady GaGa…

Tem mais…

Já viram a cantora na época da faculdade também?

E a Lei de GaGa? Já aprenderam?

E essa foto dela com o “Eric” no clipe de “Paparazzi”? Já tinham visto?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Católicos dizem que homossexuais são anoréxicos e pedófilos

Declarações são de representantes do México e da Alemanha.

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Um comunicado oficial da Igreja Católica do México atacou a aprovação do casamento e adoção por homossexuais, realizada no dia 21 de dezembro na Cidade do México.

Igreja da Alemanha compara anoréxicos com homossexuais

Igreja da Alemanha compara anoréxicos com homossexuais

Com o título “Sobre a Fé”, o comunicado não poupou ataques e afirmou que os homossexuais só adotam crianças com o objetivo de usá-las em material de conteúdo pornografico, na prostituição e para abusá-las sexualmente.

Falar que homossexuais são pedófilos já é algo comum entre os religiosos que preferem apontar o dedo ao invés de olharem para os membros de seu clero.

Entretanto, a Igreja Católica da Alemanha conseguiu provar que criatividade não falta para atacar os homossexuais.

A novidade da vez fica por conta da declaração inusitada do chefe da Igreja no país, que decidiu comparar os homossexuais com anoréxicos.

De acordo com a declaração, a anorexia é um estilo de vida tão nocivo quanto à homossexualidade, já que a pessoa “se torna um doente autodestrutivo e sem volta“.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Acusar Richarlyson de homossexual é covardia da torcida do São Paulo


A torcida do São Paulo é covarde em pegar no pé do Richarlyson.

Se ele tem mais trejeitos do que deveria ter, é problema dele e avaliação de cada um.

Mas todos sabem: quem inventou essa coisa de bambi para a torcida do São Paulo foi o ex-jogador Vampeta, do rival Corinthians.

Vampeta jamais foi ameaçado pelos são-paulinos.

Em junho de 2007, um diretor do Palmeiras, José Cyrillo Jr., citou o nome de Richarlyson em um programa de tevê quando perguntado sobre “um jogador homossexual” que quase teria ido para o Verdão.

Cyrillo Jr. jamais foi ameaçado pelos são-paulinos.

O jogador apresentou queixa-crime contra o dirigente, mas ela foi rejeitada pelo juiz Manoel Maximiniano Junqueira Filho.

Na sentença, Junqueira Filho afirmou que o futebol “é jogo viril, varonil, não homossexual”.

E sugeriu que, se não fosse homossexual, o melhor para Richarlyson seria ir ao mesmo programa e declarar isso.

“Se fosse, poderia admiti-lo, ou até omiti-lo, ou silenciar a respeito. Nesta hipótese, porém, melhor seria que abandonasse os gramados”, completou o juiz.

Junqueira Filho jamais foi ameaçado pela torcida são-paulina.

Recentemente, o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzo, gritou várias vezes numa festa: “Vamos matar os bambis!”.

Belluzo jamais foi ameaçado pela torcida são-paulina.

Mas, desde sempre, a torcida pega no pé de Richarlyson.

Um jogador talentoso e dedicado que ganhou, com São Paulo, três títulos brasileiros e um Mundial Interclubes.

É o único do grupo que não tem o nome gritado pela torcida.

Mesmo quando faz jornadas convincentes e decisivas como a da quarta-feira (20), quando impediu a derrota tricolor para o modesto Mirassol com um golaço aos 45 minutos do segundo tempo.

Jogar no ombro deste rapaz toda a responsabilidade pela construção desta “carga bambi” é covardia.

Ele não é o responsável pela construção dessa imagem.

A torcida Independente e os são-paulinos sabem disso.

“BBB 10: “Cada um no seu lugar”, diz Dourado sobre os gays

Uma conversa envolvendo Dourado, Dicesar, Sérgio, Eliane e Cláudia deixou o tempo quente na casa do “Big Brother Brasil 10? na tarde deste sábado (23).

O papo era sobre a postura de Dourado no jogo. Todos os participantes deram opiniões negativas em relação ao brohter: “Tudo que é dito aqui é feito para provocar“, dispara Dourado.

Ele falou da sua personalidade: “Se pedir pra eu fazer uma coisa com respeito, eu faço“. Cláudia rebateu: “Você é do contra“. A conversa mudou o rumo quando Sérgio lembrou uma brincadeira de Dourado quando ele disse que tinha nojo de um batom da Eliane. O lutador tentou justificar dizendo que foi apenas uma brincadeira.

Dicesar tomou as dores de Eliane e tentou finalizar a conversa: “A gente está aqui e tem que conviver. Independente de você ser macho, a minha educação depende da sua. Se o barco afunda, a gente afunda junto“, diz.

Dourado novamente tentou se defender: “Como estou no jogo, tudo é motivo para me rejeitar“. Eliane entrou no papo e afirmou que Dourado não gosta de gays.

O brother voltou a se defender: “Não é que eu não goste de gays. Cada um no seu lugar!“, disse. Eliane, que ficou chateada com a brincadeira de Dourado com o seu batom, disparou: “Você perde a oportunidade de ficar calado. Se você não gosta de pessoas diferentes de você, e não é só gay que eu tou falando não, você tem que se esforçar“. A sister começou a chorar ao afirmar que as brincadeiras de Dourado são maldosas.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Últimas Noticias do Haiti

Governo anuncia novas estatísticas oficiais, mas já se fala em até 200 mil vítimas!

O número de mortos no terremoto que devastou o Haiti no último dia 12 chegou a 111.499. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (22) pelo Ministério do Interior haitiano.

Até agora, o balanço de mortos oficial, mantido pelas autoridades haitianas, estava em 75 mil pessoas, mas o Governo acabou anunciando novas estatísticas que ficam na casa dos 100 mil com expectativas de que tenham atingindo a casa das 200 mil vítimas.


Doenças e Saques viram o problema:

Organizações internacionais começaram a identificar o surgimento de doenças em Porto Príncipe, onde os trabalhos humanitários continuam e os comerciantes do centro da cidade tentam desesperadamente salvar suas mercadorias dos saqueadores.

Infecções respiratórias, diarreias, problemas dermatológicos e casos de tétano e meningite já foram detectados, segundo o representante de Saúde da Cruz Vermelha no Haiti, Beatriz Karottki.

Passados dez dias desde o terremoto, diminuiu um pouco o número de feridos com traumatismos e órgãos a serem amputados. Por outro lado, começaram a surgir problemas de saúde relacionados a desidratação e infecções, comuns após grandes catástrofes.

Para doações,

Por telefone: 0017733600205 (custo de ligação internacional) ou pelo site http://vamoshaiti.org

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

A rejeição que não chega ao fim

O público conservador não agüentou e abandonou a sessão do filme “Do Começo Ao Fim”.
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Depois de conferir a exibição para a imprensa em São Paulo, decidi assistir “Do Começo Ao Fim” novamente para ouvir a opinião do público e também apoiar a bilheteria do filme corajosamente dirigido por Aluizio Abranches.

Essa foi a única vez que fui ao cinema e vi não apenas 1 ou 2 pessoas irem embora durante a sessão. Mas cerca de 20 pessoas não agüentaram assistir o filme do começo ao fim.

Casais heterossexuais de diversas idades e grupos apenas de mulheres pareciam pudicos demais ao presenciar cenas íntimas de dois homens. A cada vez que os atores apareciam nus ou trocavam caricias, alguém levantava e ia embora da sala.

A reação era tão patética que os que ficavam na sala riam da situação, ao ver mais pessoas deixando a sessão. Alguns diziam “que absurdo”, “hipócritas”.

E vendo tudo aquilo, eu fiquei indignado como o público brasileiro, de uma classe nobre, na maior cidade do país, pode ser tão preconceituoso.

Talvez para as mulheres que abandonaram a sessão pouco mais de 40 minutos apos o início do filme, deve ser inaceitável ver dois homens bonitos e másculos se beijando. É mais confortável manter os gays como seus “amigos cabeleireiros”, inofensivos e dentro dos estereótipos que não atraiam (ou frustrem) seus desejos.

Para os casais heterossexuais, se foi o namorado/marido que pediu pra sair, talvez ele tenha ficado com medo de ver que qualquer homem pode ser homossexual, inclusive o médico que ele tanto confia e que está acima de qualquer suspeita. De repente, a ausência do “viadinho” o assustou e pela primeira vez se sentiu frágil diante da forte imagem de um homossexual igualzinho aquele melhor amigo que sempre o acompanha nos jogos de futebol e ele jamais diria que é gay.

É patético.

Tirar o homossexual dos programas humorísticos ou das novelas e retratá-lo no dia-a-dia, longe dos personagens caricatos e como qualquer outra pessoa, choca o público. Parece confortável deixar os gays no papel de coadjuvante, com características facilmente reconhecíveis e inofensivos. É simples para o público imaginar que os homossexuais estão escondidos ou não tem a menor chance de fazer parte do dia-a-dia, pois eles acreditam que são exatamente como as lendas e como os personagens de novelas: drogados, só pensam em sexo, fashion, fúteis e na primeira oportunidade se transformam em heterossexuais e casam com uma gostosona.

Difícil é encarar uma realidade que durante tantos anos fizeram questão de ignorar. Difícil imaginar que o irmão, o filho, o primo, o melhor amigo e dezenas de pessoas que fazem parte do dia-a-dia, possam ser homossexuais. E o mais difícil é perceber que todo o preconceito é contra alguém igualzinho a eles.

Os reais motivos que levaram as pessoas a deixarem a sessão e não esperar o fim, não dá pra saber mas dá pra imaginar. “Do Começo Ao Fim”, para essas pessoas, pode ser o pior filme do mundo, mas por alguns minutos ofereceu a chance de cada um deles refletir sobre um sentimento de homofobia que talvez eles nunca imaginaram ter, por nunca terem conhecido um homossexual de verdade.


Fonte: http://www.dolado.com.br/especiais/a-rejeicao-que-nao-chega-ao-fim.html

TV Crítica: A TV aberta e a diversidade sexual

O Brasil é um país no mínimo curioso. Um povo que idolatra o carnaval – evento que nivela todas as classes, gêneros e etnias – e que fica atônito ao ver na televisão três participantes homossexuais em um reality show. As mesmas pessoas que cultuam a diversidade na avenida são aquelas que ficam chocadas ao ver a rotina de um homem que se veste de Drag Queen nas noites. Sim, caras pálidas. A hipocrisia invade a passarela. Enquanto esses personagens (eu prefiro chamar de pessoas) estão à distância, eles são vistos como criaturas travestidas e rotuladas. E por dentro? Foi justamente isso que Boninho, o todo-poderoso do programa mais vigiado do Brasil, quis botar em discussão. Mostrar que por trás da caricatura glamorosa há um ser humano, com desejos e necessidades iguais a qualquer cidadão. A despeito de qualquer crítica ou comentários maldosos, o diretor do BBB chamou para si uma enorme responsabilidade. E foi muito corajoso para dar a cara a tapa, assim como os três participantes assumidamente gays do reality. É a diversidade debatida na vida real, ainda que embalada em um discurso moralista, sensacionalista e caricato

.Primeiramente, caros leitores. Não entupam o meu e-mail com argumentos demagogos como: “como ficam as crianças diante da TV”, “deturpação de valores”, “consideração à família brasileira”. Se quiserem falar de respeito, comecem por aplicá-lo. Porque, antes de montar essa coluna, dediquei horas de estudo e leitura de listas de discussões. E já adianto: li depoimentos agressivos, sustentados por uma ignorância repugnante. A maioria fugindo do assunto em discussão, correlacionando a homossexualidade a crimes, promiscuidade, política, religião e até futebol. Bobagens do tipo: “em vez de perderem tempo tratando da vida sexual das pessoas, porque não falam sobre a fome no nordeste?” (SIC). Esses indivíduos são exatamente aqueles que não contribuem em nada para o respeito da diversidade sexual, tampouco para a saciedade dos famintos deste país.

Apesar de estarmos engatinhando no que diz respeito à aceitação da orientação sexual dos brasileiros, fuçando a literatura televisiva nacional, descobri verdadeiras pérolas, que mostram que a abordagem do assunto começou desde cedo, na década de sessenta, no teleteatro “Calúnia”, da TV Tupi. Na peça, escrita por Lilian Helmann, as atrizes Vida Alves e Geórgia Gomide viveram as professoras Karin e Martha. Depois de serem acusadas de lésbicas pelas alunas, revelaram-se apaixonadas com um beijo homossexual.

Um estudo bastante aprofundado foi realizado por Leandro Calling, em 2007, intitulado “Homoerotismo nas telenovelas da Globo e a cultura”. O texto analisa como as telenovelas da Rede Globo representaram os homossexuais no período de 1974 ao início de 2007. Leitura recomendada para quem quiser se aprofundar mais sobre o tema.

A primeira aparição de um personagem homossexual nas novelas da Globo aconteceu em “Rebu”, de 1974. Na trama, Conrad Mahler mantinha uma relação com o garoto de programa Cauê, assassinado no final do folhetim por se envolver com a esposa do companheiro. Em “O Astro”, ainda na década de 70, a homossexualidade foi novamente relacionada à violência. O cabeleireiro gay Henri torna-se álibi do assassinato de Salomão Hayalla. Estes tipos de associação, obviamente, em nada contribuíram para uma discussão saudável. Pelo contrário, alimentaram a repulsa de uma sociedade amordaçada por uma ditadura militar opressora e violenta.

Ainda nos anos 70, outros personagens gays ganharam destaque nos folhetins globais, desta vez com um estereótipo afeminado: o garçom Waldomiro e o chefe de cozinha Pierre Lafond de “Marron-glacé” e o mordomo Everaldo de “Dancing Days”. Esta abordagem, satírica e rasa, emprestou aos papéis um tom jocoso, colaborando ainda mais para discriminação dos homossexuais.

No decênio seguinte foram nove aparições de gays na dramaturgia global, de 1980 a 1989. A primeira apresentação de uma personagem lésbica aconteceu em “Ciranda de Pedra”: Letícia, uma feminista com trejeitos masculinos. Já o primeiro casal de namorados foi apresentado na trama “Brilhante”. A década de 90 também contabilizou nove papéis homossexuais, incluindo a primeira veiculação de um gay não-afeminado.

Durante algum tempo, muitos atores e atrizes tiveram receio de papeis homossexuais, temendo o estereótipo nas suas carreiras de ídolos. Hoje, a realidade é outra. Personagens deste gênero podem, inclusive, impulsionar a imagem do artista. Um bom exemplo foi a participação de Rodrigo Santoro no filme “Carandiru”. O astro ganhou status por renunciar a sua estampa de galã e assumir um personagem afeminado, interpretado de forma realista e nada chistosa.

Essa postura aparentemente liberal do telespectador brasileiro, no entanto, é frágil. “Já tive de morrer na TV por fazer uma personagem homossexual. Nos anos 90, eu fiz um casal com Silvia Pfeifer, em Torre de Babel. Era o casal mais tranquilo da novela. O mais bem sucedido. Mesmo assim, elas tiveram de morrer daquela forma horrorosa, em uma explosão dentro de um shopping, por conta do preconceito” – afirmou Christiane Torloni em recente entrevista. O conturbado desaparecimento gerou uma grande discussão. Movimentos gays protestaram contra a Igreja Católica e a acusaram de ter pressionado para que houvesse a morte das personagens.

Se a audiência interferiu para censurar, também contribuiu para moralizar. Hoje, diversas associações e ONGs que apoiam a diversidade sexual e comportamental mobilizam-se contra o conteúdo homofóbico, retirando-os do ar em alguns casos, como aconteceu com João Kleber e suas “pegadinhas”, que submeteram os gays a uma posição surreal e de inferioridade.

Nos últimos anos, contudo, a discussão saiu da ficção e chegou à realidade. No palco, ao vivo, os oficiais militares Fernando Alcântara de Figueiredo e Laci Marinho de Araújo expressaram publicamente sua homossexualidade durante o programa Superpop, na RedeTV!. Logo após a entrevista Araújo foi preso.

O espaço à discussão da diversidade aumentou e, com ele, as mensagens de apoio ou repudio. Glória Reis escreveu em 2008, em seu blog, um texto sobre o “marketing da opção sexual”. Totalmente alienada ao histórico da aparição dos gays na TV brasileira, a autora critica a TV Globo e as suas telenovelas por “abarcar mais gente para a prática homossexual, propagando uma realidade totalmente falsa de um mundo maravilhoso, colorido, de gente feliz, sem conflitos, sem perigos, sem necessidade de cuidados e prevenção necessárias em qualquer vivência da sexualidade.”

Gloria Reis, em seu texto, enaltece, como cidadã e educadora, a sua preocupação com o crescente número de crianças e adolescentes influenciados pela propaganda da “maravilha de ser homo” (SIC). Para ela, esta “ideologia” é um desrespeito e atentado à liberdade humana. E vai além: “Pobre país cuja maior rede de TV tem como estrela um Aguinaldo Silva, cujo maior sonho é ‘fazer’ um beijo gay na novela, com medo de que um heterossexual passe à sua frente”. Pára tudo! Que isso, dona Glória? Se a senhora está vendo muito gay na rua não é culpa da Globo, mas da sensação de autonomia que as pessoas estão tendo. Como é que a senhora ousa a falar de liberdade humana escrevendo tudo isso? Isso é opressão. E o pior, uma opressão letrada, de uma formadora de opinião.

Assim como o Blog da Glória que, com todo o direito, expressa a sua opinião, muitos outros canais de comunicação pipocam por aí, com as mais diferentes frentes e ideologias. E agora, seguindo as tendências das novas mídias, a TV resolveu retratar o assunto mais abertamente. E coube ao Boninho jogar tudo no ventilador. Ao seu estilo, naturalmente.

Desde a sua estreia, o Big Brother trouxe algum participante gay. Contudo, na maioria das vezes, esse representante era uma minoria oprimida. Geralmente era só um, para ser “estéril” e não causar comoção. Assim, a diversidade estaria “preservada”. A surpresa, contudo, veio no BBB 5, quando o professor homossexual assumido Jean Willis venceu a disputa e faturou o prêmio máximo do programa.

Diferentemente da quinta edição do reality, que abordou o tema de forma adequada, a presente temporada apostou na polêmica para atrair a atenção. E foi ousada. Colocou, de uma só vez, três representantes gays assumidos: Dicesar, Sérgio e Angélica. O problema, desta vez, é a forma grosseira com que o assunto está sendo explorado. A orientação sexual dos participantes, nestas primeiras semanas, está sendo discutida à exaustão, como se eles não tivessem outra coisa a oferecer. Com o tempo, entretanto, a polêmica se esgota e os verdadeiros valores dos brothers passam a ganhar atenção.

Para atingir uma discussão madura sobre a diversidade sexual é preciso combater o preconceito e o estereótipo promíscuo ou caricato. Na TV aberta são ainda são poucas as produções em que o homossexual é humanizado e não julgado pela sua posição sexual. No Brasil, a televisão ainda é o veículo de informação mais difundido e, para alguns, a única fonte de informação. O que aumenta a responsabilidade com a ética. Para informar, estimular e construir valores sólidos, em vez de criar arquétipos e disseminar preconceitos.

Por: João Claudio Lins
Fonte: http://tvfoco.com.br/?p=29777